quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Hoje eu me permito chorar...

















Um regresso a um passado
Um devaneio contínuo e tocante
Um amigo que queria ser teu namorado
Um amor que agora vive distante

Nunca me senti tão sozinho
Apesar de ter tanta gente ao meu redor
Medo de abandonar o teu ninho
Medo de tentar ser melhor

Eu ainda tento dizer o que sinto
E apanho, me dizem que não tenho razão
Acreditei que existiam novos amigos
Mais uma vez, enganaram meu coração

A flor que plantara em meu jardim
Os outros a querem destruir
Querem decretar o meu fim
Querem me fazer desistir

Dedicarei um tempo ao introspectivo
Optarei, nesse barulho, por calar
Talvez, o futuro cuide daquilo que lhe achar atrativo...
Mas hoje, eu só me permito chorar...

Um comentário:

  1. É sempre complicado demais pra imaginar e real demais pra esquecer.

    ResponderExcluir